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Albert Einsten tinha razão, em nenhuma época na historia da humanidade aconteceram tantas mudanças como nos últimos 25 anos.

Numerosos estudos confirmam que as organizações mais rentáveis e de reconhecido sucesso são aquelas que um dia questionaram seu desempenho. Por exemplo: Um estudo recente confirmou que pelo menos um 86% das melhorias em vendas e rentabilidade em geral foram resultados de mudanças realizadas na direção estratégica.
As mudanças do mercado estão obrigando as empresas a mudar seu atual sistema de tomada de decisões, para um novo sistema que seja:

Mais rápido, com decisões tomadas por quem está mais perto do problema, e não através de uma complicada burocrática linha hierárquica;

Mais eficiente e eficaz, utilizando a inteligência de um número maior de pessoas, e não apenas a dos gerentes.
Somente através da aprendizagem, do desenvolvimento profissional de todos os membros da organização, é que se podem produzir mudanças. É como disse Jacques Nasser da Ford, "O que faz que um processo de mudanças funcione, em uma empresa, é a educação empresarial". Não existem magias, soluções rápidas ou outro caminho diferente que seja eficaz e seguro.

Por outro lado, se observamos qual a melhor forma para um líder desenvolver vantagens competitivas, vamos descobrir que na maioria dos casos, foi criando novas condições de trabalho, ou seja, que o crescimento da organização está baseado justamente naquilo que não é conhecido - SIGNIFICA MUDANÇAS !!!



FATOS REAIS QUE CONFIRMAM
Sobrevivência e mortalidade das empresas Paulistas de 1 a 5 anos de idade.

No final de 2004 foi realizada uma pesquisa a partir de uma amostra planejada de 4.650empresas abertas nos anos de 1999 a 2003 (clientes SEBRAE-SP e não-clientes). As fontes e abordagens consideradas foram:

  1. –Levantamento de dados na JUCESP (registro de abertura e ficha de breve relato)
  2. –Identificação do CNPJ na SRF
  3. –Visita ao endereço atualizado da empresa (para entrevista)
  4. –Consulta a vizinhos, atual inquilino do imóvel e imobiliária
  5. –Contato por telefone
  6. –Visita à residência dos proprietários
  7. –Consulta a antigo contador ou advogado da empresa
  8. –Consultas diversas (Ass. Comercial, moradores do bairro e sindicatos)
  9. –Entrevistas efetivadas: 3.453 (ex) sócios-proprietários

Das 129.000 empresas abertas em São Paulo em 2004, 73.000 foram fechadas (56,6%)

Isto gerou a perda de 281.000 empregos (3,5 estádios do Morumbi lotados por ano), a perda de uma poupança de 1,7 bilhões, a perda de um faturamento de 13,1 bilhões de reais; ou seja; gerou uma perda financeira de 14,8 bilhões na economia do estado e do país. Quais as principais causas???

Principais causas da mortalidade das empresas paulistas (RESUMO)

ÍTENS

PRINCIPAIS PROBLEMAS

Comportamento empreendedor

Características (conhecimentos, habilidades e atitudes) empreendedoras insuficientes. Precisam ser aprimoradas.

Planejamento prévio

Falta planejamento antes da abertura (quando ele existe, é deficiente).

Gestão empresarial

Deficiências na gestão do negócio, após a abertura (ex.: aperfeiçoamento de produtos, fluxo de caixa , propaganda e divulgação, gestão de custos e busca de apoio/auxílio)



OUTRA PESQUISA MAIS ATUAL (
20/08/2007 - 14:15)

Pesquisa sobre procura de conhecimentos do pequenos empresários
Pequenos empresários buscam mais conhecimento.

O empresário brasileiro tem buscado mais informações na hora de abrir e gerenciar sua empresa. É o que mostra a pesquisa 'Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas', desenvolvida pela Vox Populi sob encomenda do Sebrae e divulgada nesta segunda-feira (20) em Brasília.

O levantamento traz as taxas de sobrevivência e os principais fatores condicionantes da mortalidade das empresas de pequeno porte, apresentados por região, por unidade da Federação, e Brasil. Para o desenvolvimento do estudo, foram rastreadas, no primeiro semestre de 2007, 14.181 empresas constituídas no período de 2003 e 2005, sendo 13.428 ativas e 753 extintas.

Na pesquisa foram analisados diversos aspectos, entre eles o percentual de empresários que, entre os anos de 2003 a 2005, buscaram assessoria para ter auxílio no gerenciamento da empresa. Em 2003, 53% das empresas ativas e 52% das empresas extintas responderam que sim a esse item.

Em 2004, houve um aumentou no número de empresas ativas que procuraram orientação, foram 55%. Essa mesma porcentagem se manteve em 2005. Com relação às empresas extintas, em 2004, 46% buscaram auxílio e em 2005 esse número cresceu para 56%.

Aos empresários que procuraram ajuda, foi oferecida uma questão de múltipla escolha, com dez alternativas, para que eles listassem os lugares em que buscaram auxílio. A resposta 'contador' ficou em primeiro lugar entre as empresas ativas durante os três anos consecutivos, com taxa de 42%. As empresas extintas também elegeram o contador como a sua principal fonte de consultoria, variando as taxas entre 35% e 45% durante os três anos pesquisados.

O Sebrae foi o segundo mais votado tanto pelas empresas ativas, com 17% em 2005, quanto pelas extintas, com 19%. Esses percentuais cresceram expressivamente com relação à pesquisa anterior (2000/2002), quando foi constatado que, nas empresas ativas, a procura pelo Sebrae era de 4% e nas extintas 3%.

Na pesquisa atual, as empresas que procuraram o Sebrae fizeram, em média, até dois tipos de assessoria, principalmente nas áreas de Gestão Empresarial, Gestão Financeira e Gestão de Recursos Humanos. As áreas de Acesso a Mercados e Inovação e Acesso a Tecnologia também foram mencionadas.

Pesquisa da Serasa indica que boa gestão atrai lucro
O modelo brasileiro de excelência de gestão e da qualidade, forjado no início dos anos 90 e depois desenvolvido e disseminado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), acaba de obter uma prova de eficácia. Uma pesquisa inédita realizada pela Serasa e obtida com exclusividade pela AGÊNCIA ESTADO, mostrou que os resultados financeiros de empresas que adotam a cartilha de qualidade e excelência em gestão de negócios superaram aquelas que não utilizam o modelo.

É a primeira vez que o método desenvolvido no Brasil sobre como gerir uma empresa é referendado por dados econômico-financeiros. "Temos um modelo que funciona", explica Antonio Tadeu Pagliuso, superintendente-geral da FNQ, entidade que encomendou o trabalho. A pesquisa avaliou o balanço de 124 empresas membros da FNQ. Estes foram comparados aos de empresas que não adotam o modelo. O acompanhamento foi feito durante seis anos.

A pesquisa considerou os macro-setores industrial, comercial e de serviços. Neste último, foi extraído o segmento financeiro dos bancos, que teve uma avaliação à parte. A indústria que investiu no modelo de gestão teve em 2005 uma margem de lucro sobre o faturamento líquido 7% melhor do que aquela que não adotou. Em 2005, a margem média de lucro das indústrias com modelo de excelência de gestão foi de 22,1%. Entre as que não incorporaram, foi de 15%.

No setor comercial, a margem de lucro sobre faturamento líquido ficou em 3,5% em favor do grupo de empresas que assumiram o modelo de gestão. Entre as que não adotaram, a margem foi de 2,6%.

No setor de serviço, a lucratividade sobre a receita líquida foi de 15,9% ante 9,6%, entre empresas com e sem sistema de gestão, respectivamente. Este foi o comportamento geral de todos os indicadores incluídos na pesquisa, como margem de geração de caixa, endividamento e evolução do faturamento.

"O resultado como um todo foi interessante. O único indicador do qual dispúnhamos era o do Prêmio Nacional da Qualidade, mas, neste caso, são as empresas que se apresentam e mostram os resultados. Os dados apontados na pesquisa nos dão mais elementos para avaliar a eficácia do modelo que disseminamos", avalia Pagliuso.

"Criou-se no Brasil uma celeuma, um paradigma, de que adotar modelos de gestão é caro e complicado. Os dados da pesquisa mostram que NÃO implantá-los pode sair ainda mais caro. A falta de excelência de gestão e de qualidade é que pode ser caro", aponta Pagliuso. O modelo da FNQ já faz parte da grade curricular de 70% dos cursos de graduação no País. Na pós-graduação, praticamente todos adotam o modelo.

No final de 2007 foi realizada outra pesquisa pelo IBOPE onde verifica os índices atuais de sustentabilidade das empresas. Confirme você mesmo no site.

Com tudo isso, vale a pena ou não investir em consultoria?? Se sua resposta for positiva, fale conosco e nos dê uma oportunidade de lhe apresentar uma proposta de acordo com suas condições.









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